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5 motivos para os homens perderem o medo de ir ao urologista

5 motivos para os homens perderem o medo de ir ao urologista

  • 27/03/2023
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Quando o assunto é saúde masculina, o preconceito em relação aos cuidados é um risco para a qualidade de vida dos homens. Não à toa, a cada 36 minutos, um homem morre no Brasil por conta do câncer de próstata, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), isso porque o comportamento deles em não procurar ajuda faz com que o diagnóstico de muitas doenças seja feito tardiamente.

Um levantamento recente realizado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) com dados do Sistema de Informação Ambulatorial do Ministério da Saúde aponta que, em 2022, foram registrados mais de 1,2 milhão de atendimentos femininos por médicos ginecologistas no Sistema Único de Saúde (SUS), seis vezes mais do que os 200 mil atendimentos de homens pelos urologistas. A conclusão, portanto, é óbvia: as mulheres cuidam muito mais da sua saúde do que os homens.

No caso deles, as consultas regulares ao urologista desde criança podem detectar e tratar mais facilmente desde problemas hormonais até de crescimento ou desenvolvimento do órgão genital. E para aqueles que ainda não se convenceram da importância de consultar um urologista regularmente, listamos abaixo cinco motivos sobre a importância de manter esses bons hábitos:

  1. Urologista vai muito além da vida sexual

    O urologista é o médico que cuida não apenas de problemas que afetam a vida sexual, mas também de órgãos como bexiga, rins e próstata. Por isso, ao fazer consultas regulares com seu médico, você poderá prevenir doenças graves como pedras nos rins e o temido câncer de próstata, que no Brasil atinge 65 mil homens todos os anos, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer.

    2. Atenção as dores frequentes

    Homens que sentem dores lombares podem estar com inflamação ou até mesmo pedra nos rins. Nesses casos, o melhor é não deixar a dor nas costas ‘prá’ lá e procurar logo um especialista.

    3. Não é apenas uma coceira: pode ser DST

    As infecções sexualmente transmissíveis afetam, anualmente, mais de 1 milhão de pessoas em todo o Brasil, de acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde 2019. Ao procurar um urologista, você não apenas poderá se informar sobre formas de prevenir essas doenças, como evitará transmiti-las à sua parceira.

    4. Sem vergonha de falar sobre a vida sexual

    Se o seu problema é a disfunção erétil, saiba que você não está sozinho: de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, quase metade dos homens acima dos 40 anos no país têm essa dificuldade. Não importa a causa — que pode ser clínica ou psicológica, falar com o médico é o primeiro passo para resolver a questão.

    5. Hábito não é apenas escovar os dentes, é preciso consultar um especialista

    Assim como na infância e na adolescência as consultas regulares ao urologista podem prevenir e tratar vários problemas, ao chegar à meia idade manter esse hábito significa maior qualidade e expectativa de vida. A prova disto é o fato de que homens acima dos 50 anos têm dificuldade para urinar progressivamente devido ao crescimento da próstata, o que chamamos de hiperplasia prostática. O diagnóstico precoce desta condição influencia diretamente a qualidade de vida das figuras masculinas.

    A boa notícia é que, com o avanço das plataformas de telemedicina, as consultas online com um urologista aparecem como uma solução para os mais tímidos ou para aqueles que nunca encontram tempo para visitar um médico pessoalmente. Uma dessas plataformas é a Omens, criada em 2020 para conectar pacientes a profissionais de saúde de diversas áreas. “Nossos serviços incluem todas áreas da saúde masculina, desde problemas com perda de libido e disfunção erétil, até tratamentos para pele e cabelo, além de atendimento psicológico”, explica o urologista João Brunhara, cofundador da Omens. “Com atendimento por videoconferência, telefone e mensagem de texto, buscamos facilitar o caminho para que os homens procurem ajuda médica profissional, contornando o tabu que ainda existe em relação às dificuldades sexuais”, ressalta.
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