Alimentação X Genética: Como o DNA influencia o que comemos?

  • 2019 jan 31

Quem busca qualidade de vida e boa saúde deve ficar atento à prevenção de doenças, qualidade no sono, prática de exercícios e principalmente, alimentar-se bem.

Mas você já deve ter se questionado por que algumas pessoas (população heterogênica) têm resultados diferentes com as mesmas dietas e atividades físicas que você. Ou, por que algumas pessoas são mais sensíveis ao uso da cafeína, ou outro suplemento. Essa e outros questionamentos podem ser respondidos, graças aos avanços da ciência genética.

Após a finalização do sequenciamento do DNA humano, vislumbrou-se uma revolução na medicina.

O ser humano possui cerca de 25 mil genes abrigados nas células, contendo todas as informações necessárias para a construção e manutenção do nosso organismo. Com o mapeamento, tornou-se possível conhecer os nutrientes que podem afetar, inibindo ou estimulando, a expressão dos genes, influenciando o surgimento de doenças.

Destes estudos surgiu a ciência denominada Nutrigênomica ou Nutrigenética. Uma área em plena expansão na Nutrição Clínica, que visa personalizar sua dieta baseada no seu DNA.

Com este avanço, tornou-se possível conhecer os mecanismos envolvidos nos processos metabólicos dos lipídios, proteínas e carboidratos, bem como riscos de doenças, necessidade de vitaminas, intolerâncias alimentares, capacidade de desintoxicação hepática e capacidade antioxidante de maneira individualizada.

O grande benefício é poder personalizar a alimentação corrigindo as carências nutricionais, equilibrando o metabolismo e assim, prevenindo e tratando doenças.

Além de facilitar o emagrecimento para pessoas em processo de perda de peso, já que é possível saber quais os alimentos auxiliam ou atrapalham no emagrecimento.

 

Diagnóstico

O exame é simples e não invasivo, realizado a partir da coleta de células da mucosa da boca por esfregaço. A amostra é enviada para a Europa, onde será lido o sequenciamento do DNA.

Por meio desde exame, é possível identificar:

– Gene associado à obesidade

– Capacidade do metabolismo lipídico

– Capacidade do metabolismo do carboidrato

– Capacidade do metabolismo das proteínas

– Risco de desenvolver diabetes

– Metabolismo das Vitaminas D, J, B6, B12, A, ferro, magnésio, acido fólico e cálcio

– Intolerância a lactose

– Metabolismo da cafeína e do álcool

– Risco de inflamação, estresse oxidativo e desintoxicação

– Predisposições a síndrome metabólica

 

Dieta personalizada

Com o resultado em mãos fazemos uma análise cruzando todos os dados do paciente. A partir de então é formulada uma dieta personalizada, com ajuste de calorias quando houver necessidade de perda de peso.

No último ano, houve uma mudança na maneira de avaliar os pacientes. De forma surpreendente, pude interpretar as carências de vitaminas e minerais (aquelas que o organismo não tem capacidade de metalobizar) descritas pelos genótipos, e personalizar a alimentação e suplementação, aumentando assim a qualidade de vida dos pacientes.

Você não deve ficar de fora. O momento é agora para ter saúde, eliminar dores crônicas (articulares) e os quilos indesejáveis!

 

Rosi Emirandetti é Nutricionista e Terapeuta Ortomolecular em Valinhos. Especialista  em Emagrecimento, através da Nutrição Genética, Epigenética e Clínica, trabalha para prevenir doenças, manter a saúde e promover a perda de peso.  Na Clínica Vitally de Valinhos, realiza avaliação de Bioimpedância, Alergia e Intolerância Alimentar.  Única profissional da região habilitada no método Pronokal de emagrecimento, também conhecido como dieta da Nasa.

 

compartilhe:

Postagens Relacionadas

keyboard_arrow_up
Please turn AdBlock off